“A justiça não está isolada. Vive no coração deste mundo complexo, sofisticado e agitado. Carece de um diagnóstico. Pede foco no essencial (garantir o que é justo), com leis, meios e pessoas que permitam atingir este fim. As boas medidas virão por aí. Para ter futuro e um futuro bom, Portugal precisa de clarividência nas tomadas de decisão, de competência na execução das opções tomadas e de um forte empenhamento individual e coletivo no propósito de produzir (muito) mais e (muito) melhor. Precisa também de se vacinar contra a demagogia, o imediatismo e a esterilidade de muito do debate público, afastando-se de momentos histéricos, para conseguir momentos históricos. Precisa de uma cidadania mais ativa e mais comprometida, para, em conjunto, fazermos tudo o que esteja nas nossas mãos para guindar Portugal a um patamar de excelência.”