“A resposta à crise habitacional exige, pois, uma aliança estratégica entre o Estado e os agentes económicos, orientada por critérios de pragmatismo, eficácia e visão de longo prazo. O caminho não será fácil, e os resultados levarão tempo a consolidar-se. Mas adiar as decisões essenciais só agravará os desequilíbrios e aumentará o custo social da inação. Assumir o desafio da habitação como prioridade nacional é uma tarefa geracional – e talvez a mais exigente de todas as que hoje se colocam à sociedade portuguesa.”
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