“Portugal precisa de um Estado forte e eficiente mas não mandão, de um setor empresarial forte e aberta à competição, de uma sociedade civil exigente e não dependente. O texto apresenta 12 pistas para reimaginar a universidade do futuro, destacando a importância de uma instituição diversa, aberta à sociedade e ao mundo, meritocrática, promotora do pensamento complexo, antipolarizadora, criadora de conhecimento, com impacto social e tecnológico, que atraia e retenha talentos, exporte ensino superior e orgulhe a sociedade, enfatizando autonomia, colaboração multissetorial e ambição para elevar o ensino e a investigação a níveis de excelência internacional.”