“O compromisso com o futuro de todos é uma das marcas do setor social e solidário. De pessoas para pessoas, é na solidariedade que encontramos a nossa essência e a nossa maior força para construção de um país melhor. Os movimentos da sociedade civil têm de ser ouvidos. A sua ação é determinante para que, nas comunidades, haja coesão social e territorial e essa força pode e deve ser integrada em políticas públicas. O nosso futuro depende da nossa capacidade de interpretar o passado, buscando desta forma as melhores soluções para cada tempo e esta é a essência do setor social e solidário, cuja história se confunde com a história do país. O futuro depende das pessoas que, em cada localidade, conhecem e sentem os problemas locais e também as suas soluções. Importa ouvir e envolver as comunidades no desenho dos caminhos que queremos traçar. Público, privado e social. Uma tríade que a Constituição Portuguesa soube valorizar, sabendo de antemão que é através da partilha entre diversos atores que o futuro se constrói. A solidariedade é um valor fundamental para que sejamos capazes de construir um país justo e coeso, onde todos são valorizados, ouvidos e respeitados.”