“A desafiante trilogia do futuro: Porque é cada vez mais importante sermos cidadãos que pensam mais nos outros que em si mesmos, só seremos conscientes do que somos e do que fazemos, quando participarmos na vida da nossa comunidade. As nossas terras estão destinadas a serem do tamanho do mundo, mas estão demasiadas vezes a ficar locais de gente pequenina que olha apenas para si. O futuro obriga-nos a confrontar, com frontalidade, aqueles que se aproveitam dos poderes que lhes foram confiados por todos nós. Por isso, importa não ter medo de expressar opiniões contrárias de uma forma afirmativa, sem medo de elogiar o que foi bem feito e rejeitar as práticas erradas e sem sentido. Cada vez mais, é preciso termos a coragem de procurar saber que a imperfeição (á qual todos pertencemos) é, sempre, o ponto de partida que nos obriga (deve obrigar) a conhecer bem a nossa comunidade e, a partir desse conhecimento, participar na articulação entre todas as organizações que nela existem. Em suma, puxar para o mesmo lado.”