“Não se exerce e se dinamiza a democracia sem a participação dos cidadãos. O adiamento da reforma do sistema político e eleitoral tem conduzido a um progressivo desgaste da relação entre eleitos e eleitores e da confiança nas instituições políticas. A nova ágora são as redes sociais, num caminho de intervenção imediata, disruptiva e, muitas vezes, antisistémica dos indivíduos. Perante o fechamento do sistema, quem ousa dar o passo para colocar o cidadão comum no centro da vida política? Portugal para ter futuro o que precisa? Sobressalto cívico. Exigência, participação, envolvimento, responsividade. De modo sucinto, uma cultura de compromisso e responsabilização de cada indivíduo pela construção da comunidade.”
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